AS DESVENTURAS DO GRANDE BOI TATÁ.
Capitulo III.
Boi tatá preocupado com seu sonho, foi para o seu teclado reunir seus jovens para mais uma tele-conferência, como de costume plantou sementes de grandes idéias e deixou que os jovens as desenvolvem-se. Fez pequenas interferências para corrigir pequenas desavenças. Terminado a tele-conferência, tomou sua sopa e foi prepara a aula para o dia seguinte. Sua vontade era ensinar para a “garotada” o pensamento e os ensinamentos de Friedrich Nietzsche. Mas em função da idade de seus seguidores optou por preparar a aula com as histórias de Monteiro Lobato. Procurando o livro do sitio do pica-pau amarelo em uma estante, viu cair um papel amarelado pelo passar do tempo. Pegou o papel e lembrou-se de sua infância quando tinha que estudar poemas de Arthur de Azevedo e tremulo voltou a ler á velha anedota: “Tertuliano, o paspalhão.
Tertuliano, frívolo peralta,
Que foi um paspalhão desde fedelho,
Tipo incapaz de ouvir um bom conselho,
Tipo que morto, não faria falta;
Lá um dia deixou de andar á malta
E, indo á casa do pai, honrado velho,
A sós na sala diante de um espelho,
Á própria imagem disse em voz bem alta:
-Tertuliano, és um rapaz formoso!
És simpático, és rico, és talentoso!
Que mais no mundo se te faz preciso?
Penetrando na sala, o pai sisudo,
Que por trás da cortina ouvira tudo,
Severamente responde:- Juízo!
Terminada a leitura, olhou para a parede, não havia espelho e sim retratos e fintando os retratos, voltou seu pensamento para alguns ex-colegas. Porém o tempo passa rápido e as crianças crescem, o pensamento tende a evoluir e os pequenos que se deliciam com as historinhas do grande boi tatá. Logo, logo entenderão Friedrich Nietzsche.
sábado, 18 de maio de 2013
AS DESVENTURAS DO GRANDE BOI TATÁ. Capitulo III.
AS DESVENTURAS DO GRANDE BOI TATÁ.
Capitulo III.
Boi tatá preocupado com seu sonho, foi para o seu teclado reunir seus jovens para mais uma tele-conferência, como de costume plantou sementes de grandes idéias e deixou que os jovens as desenvolvem-se. Fez pequenas interferências para corrigir pequenas desavenças. Terminado a tele-conferência, tomou sua sopa e foi prepara a aula para o dia seguinte. Sua vontade era ensinar para a “garotada” o pensamento e os ensinamentos de Friedrich Nietzsche. Mas em função da idade de seus seguidores optou por preparar a aula com as histórias de Monteiro Lobato. Procurando o livro do sitio do pica-pau amarelo em uma estante, viu cair um papel amarelado pelo passar do tempo. Pegou o papel e lembrou-se de sua infância quando tinha que estudar poemas de Arthur de Azevedo e tremulo voltou a ler á velha anedota: “Tertuliano, o paspalhão.
Tertuliano, frívolo peralta,
Que foi um paspalhão desde fedelho,
Tipo incapaz de ouvir um bom conselho,
Tipo que morto, não faria falta;
Lá um dia deixou de andar á malta
E, indo á casa do pai, honrado velho,
A sós na sala diante de um espelho,
Á própria imagem disse em voz bem alta:
-Tertuliano, és um rapaz formoso!
És simpático, és rico, és talentoso!
Que mais no mundo se te faz preciso?
Penetrando na sala, o pai sisudo,
Que por trás da cortina ouvira tudo,
Severamente responde:- Juízo!
Terminada a leitura, olhou para a parede, não havia espelho e sim retratos e fintando os retratos, voltou seu pensamento para alguns ex-colegas. Porém o tempo passa rápido e as crianças crescem, o pensamento tende a evoluir e os pequenos que se deliciam com as historinhas do grande boi tatá. Logo, logo entenderão Friedrich Nietzsche.
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