sexta-feira, 7 de setembro de 2012

ARRAIAL DO CABO e o FERIADÃO.



Hoje começa a temporada de praia na região dos lagos e Arraial do Cabo com suas praias lindas e sua gente generosa, é ponto de referencia para quem quer curtir sol, praia e tranqüilidade. Mas a beleza de Arraial depende muito dos visitantes. Por favor, ajude a administração municipal. Não deixem lixo nas praias, procurem saber o horário da passagem do caminhão do lixo para não deixa-lo na rua em frente a sua casa ou do vizinho. Curtam o Arraial e voltem sempre, pois se o mantivermos hoje continuaremos amanhã a usufruir desse paraíso. Arraial do Cabo melhor só o céu.

Das histórias que ouvi, vi e vivi:
 Arrastão de rede nas praias é um momento lúdico, a onde a integração dos freqüentadores da praia com os pescadores transforma o trabalho pesado em uma doce brincadeira. Os pescadores ao começar a puxar a rede têm sempre a ajuda de que esta curtindo a praia, todos querem ajudar e todos fazem força para tirar os peixes da água puxando a corda braçada por braçada trabalho duro e, é ai que tem a brincadeira, puxa-se uma braçada e segura em seguida puxa-se outra e imediatamente se solta as duas e lá vai um com a bunda na areia. E, ecoa em uníssona a velha uuuuuuuuuuuuuhhhhhhhssssssssssscccccccccccccccaaaaaaaaa!!!!!!
ARRAIAL DO CABO. MELHOR SÓ O CÉU!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A QUEM INTERESSA A PRIVATIZAÇÃO DO MARACANÃ.


A cada dia vemos na imprensa as mais variadas noticias sobre a privatização do Estádio Mario Filho. Um dia é que será do Eike Batista, outro dia que será da dupla FLA-FLU. A torcida do Vasco pressiona para que a Diretoria Vascaína participe e não deixe o Estádio ficar na mão da dupla Fla-Flu. Se o Estado não tem competência para administrar o Estádio deveria entregar a Federação de Futebol do Rio de Janeiro. Ninguém melhor para administrá-lo que o Presidente da Federação. A federação teria uma fonte de renda que poderia ajudar os clubes com taxas menores e investimento nos clubes e Ligas do interior do Estado. Dr. Rubéns Lopes a briga é de todos os clubes, ligas e sua. O senhor é o Presidente da Federação e pode transformar o futebol do Rio de Janeiro. Vamos á luta e não deixe que somente dois clubes mandem no futebol carioca.
José Luiz Mano--Benemérito da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro.


PODEMOS CONFIAR EM AMIGOS.

PONTO FRIO BONZÃO.

Eu era gerente do Ponto Frio Casa das Vantagens na Rua Uruguaiana esquina com a Rua Senhor dos Passos, local a onde é hoje o camelodromo, em frente á loja Matriz. O gerente da loja Matriz era o meu amigo Washington Alves de Souza. O deposito do Ponto Frio era na Estrada Vicente de Carvalho e nós fomos convocados para irmos a uma reunião no deposito. Fui de carona com o Washington, participamos da reunião e retornei com ele. Logo que saímos na Estrada Vicente de Carvalho avistamos uma mulata de mais ou menos um metro e oitenta com um corpo que parecia eu oito de analfabeto, com aquele andar gingado. Washington virou para mim e disse:- “Mano da uma tapa nesse bumbum”. Eu não pensei duas vezes botei a mão para fora do carro e deixei bater. O Washington freou o carro. A senhora começou a xingar e me cuspir e eu tentando fechar a janela do carro e gritando vamos embora e ele rindo dizendo:-" não da não consigo dirigir”. Passei o maior sufoco até sairmos. Aprendi que primeiro eu estava totalmente errado e segundo nem sempre se pode acreditar no “amigo”.

Das histórias que ouvi, vi e vivi.

  SR. Geraldo Mattos, Washington e eu.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA. PLANTAR PARA COLHER.


A Club de Regatas Vasco da Gama vive hoje o seu pior momento desde a sua fundação em 1898. Envelheceu o Vasco ou apequenou a mentalidade de seus dirigentes. Deixamos de ser um Vasco ousado para ser usado. Hoje vivemos como se estivéssemos montado em uma bicicleta, se deixarmos de pedalar caímos. Aonde esta hoje o nosso orgulho. O orgulho de ter hegemonia no remo, o orgulho de ter um Estádio construído por Vascaínos, O orgulho da sede náutica na lagoa, o orgulho de peitar a federação para ficar ao lado dos descriminados, o orgulho da sede do Calabouço, o orgulho das conquistas no remo, no futebol, no basquete, no futsal, no atletismo, no esgrima, o orgulho da convivência entre todos Vascaínos independente da raça, da condição social ou cultural, porque do nosso orgulho nessa convivência nasceu a nossa torcida, nosso patrimônio maior. E hoje? Somos vários Vasquinhos a onde impera a intolerância e a incapacidade de criar algo que transforme o momento atual em um prospero futuro.
Até o meado dos anos 80 os clubes viviam de arrecadação social, bilheteria e venda de jogadores, depois veio à placa de publicidade, em seguida a propagandas nas camisas e em 1986 a venda de direitos para a TV. Primeira TV. A pagar por transmissão foi Manchete, no ano seguinte a Globo comprou para não passar (mas isso é outra história). O Vasco a partir dos anos 80 acreditou que fazer jogadores na base era a melhor política para o Clube. Contratou profissionais de gabarito e o resultado começou aparecer e seguiu até 2008. De lá para cá o Vasco abandonou a base e aonde não se planta não se colhe. Hoje temos cota de TV menor que outros, temos publicidade nas camisas, mas por não pagar imposto não recebemos e usamos o artifício de atrasar os salários para acionar o Sindicato para receber na justiça, até quando a justiça vai aceitar esse estado do “jeitinho.” E hoje só temos futebol. Vascaínos sejam sócios, freqüentem o Clube e ajudem a MUDAR e manter acesa a nossa PAIXÃO e nosso ORGULHO. VAMOS VOLTAR A SER O GRANDE VASCO. AO VASCO TUDO!!!!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PONTO FRIO-CARNAVAL e MEU GRANDE AMIGO AYR VAILLENT.



Era comum no carnaval haver rodízio entre os funcionários das lojas. Quem trabalhava no sábado folgava na quarta feira e quem folgava no sábado trabalhava na quarta a partir das 12.00 horas. Em um carnaval de determinado ano, no sábado uma turminha combinou de se encontrar cedo para curtir o reinado de Momo. A programação: umas cervejinhas no bar dos pescadores na barra e baile à tarde na Associação dos Empregados do Comércio. Começou tudo bem cervejinhas geladas e wisky, até que a garra do wisky chega ao fim e é jogada na lagoa. O Ayr (garotinho) ao ver a garrafa boiando e acreditando que ainda havia algumas doses pulou na água. Voltou “cuspindo marimbondo”. Esperamos o Ayr secar um pouco e fomos para o centro da cidade. Paramos na Rua Primeiro de Março e entramos em um “boteco”, lá dento estava o cantor Wilson Simonal que olhou para o Ayr talvez espantado por ele ainda estar um pouco molhado e o Ayr foi logo engrossando: ”-Ta me olhado porque, você não canta nada e eu não vou com sua cara”. O Simonal riu e passou a mão na cabeça nele falando:- “calma aproveite o carnaval”. Virou para o nosso grupo fez um sinal de positivo e foi embora. Saímos do “boteco” e fomos para o carro. O Ayr não viu que aporta do carro estava aberta e deu com a testa na quina da porta rasgando a pele e provocando um pequeno sangramento. Fomos embora para o baile. Carro estacionado na Presidente Vargas e fomos andando para Avenida Rio Branco, quando encontramos um bloco que seguia para Avenida. Entramos no bloco e nos dispersamos até o clube. Chegamos aos reunimos para entrar e cadê o Ayr. Espera, espera e nada do Ayr. Resolvemos entrar e curtir o baile. Terminou o baile, cada um tomou seu rumo sem noticia do Ayr. Na quarta feira aparece o Ayr contando sua história. Na hora que estávamos no bloco ele caiu num bueiro e lá ficou não sabe que tempo, foi retirado por uma ambulância e levado para o Hospital Souza Aguiar, a onde foi atendido e internado. Quando ele acordou já era noite e ele quis sair não deixaram então ele fugiu e foi para o baile. Quando lá chegou o baile já era outro e ele notou que estava sem dinheiro. Pegou a carterinha funcional do Ponto Frio e deu uma “carteirada” no porteiro e conseguiu entrar. Dentro do clube ele viu que o baile era outro. Foi no banheiro e quando olhou no espelho viu que estava todo ensangüentado. Por sorte encontrou um amigo que lhe emprestou dinheiro para ir embora para casa.

Da história que ouvi, vi e vivi.
 Carteira Funcional.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

EU e O BOLO.

PONTO FRIO BONZÃO. INAUGURAÇÃO DA LOJA COPACABANA. FESTA NO BARRIL 1800. Sr. ALFREDO. EU E O BOLO.

A inauguração da loja Copacabana, não foi só um acontecimento comercial no Rio de Janeiro, foi também um acontecimento marcante para a sociedade carioca, personagens da vida política e social do Rio de Janeiro participaram da inauguração e após a entrega da loja ao publico foi servido um jantar a todos os convidados no Restaurante Barril 1800 em Ipanema, que o proprietário era o Sr. Abraão Medina dono das lojas Rei da Voz, concorrente do Ponto Frio. Lá pelas 5.00 horas da manhã chovia muito o Sr. Alfredo me chamou, mostrou um bolo de mais ou menos 100 cm X 60 cm e disse que o bolo era presente para minha mãe. Tentei argumentar que eu não tinha como levar o bolo para casa, porque eu teria que pegar um ônibus e chovia muito. Ele me olhou e disse:- “se você é bom filho vai conseguir.” Comecei a perguntar quem iria para o lado de minha casa e contei com a boa vontade do Sr. Jacob proprietário da fabrica de estofados Paraíso que me deu uma carona até em casa. Uns dois dias depois Se. Alfredo me chamou para saber se minha mãe havia gostado do bolo e como eu havia chegado em casa. Contei como foi e ele rindo-”falei com o Jacob para levá-lo, na vida nada é impossível, é só tentar e insistir que se consegue”.

Das histórias que ouvi, vi e vivi.
                                         LOJA COPACABANA-DIA DA INAUGURAÇÃO.

                                          JANTAR BARRIL 1800. EM PRIMEIRO PLANO ASSIS PAIM NA ÉPOCA DIRETOR COMERCIAL.


PORQUE EU NÃO VOU AO PROTESTO.

  Porque eu não vou ao protesto em frente à fachada do Estádio Vasco da Gama (São Januário).
Todos os protestos contra a atual Administração do nosso Clube, sempre terá o meu modesto apoio, desde que seja um protesto em favor da instituição Club de Regatas Vasco da Gama e não simplesmente de um Departamento do Vasco. O que motiva alguns sócios, torcedores e chefes de torcidas á hoje fazerem protesto. Agora esta tudo ruim? Quem protestou quando caímos para a segunda divisão. Quem aplaudiu derrotas. Quem reclamou do rebaixamento das cotas de TV. Quem reclamou das violações do Estatuto: camisa templário, camisa azul. Quem reclamou do abandono do esporte fundador do Clube (o nosso tradicional remo). Quem reclamou da interferência e abandono das categorias de base. Quem reclamou do abandono do parque aquático. Quem reclamou do estado do ginásio esportivo. Quem reclamou do estado da escola para os atletas das categorias de base. Quem reclamou de até hoje dia 31-08-2012 não termos um parecer do Conselho Fiscal sobre o Balanço de 2011. O Club de Regatas Vasco da Gama esta precisando de apoio, dedicação e carinho dos Vascaínos.Para voltar a ser o GRANDE VASCO. A grandeza do Vasco não pode simplesmente ser medida pelo seu time de futebol. O futebol é importante, hoje nosso carro chefe, porém não podemos abandonar a instituição. E, no meu conceito a manifestação marcada atende outros interesses que só o futebol proporciona. Comercialização de serviços relativos ao futebol, entre eles ingressos de cortesia, venda de camisas de torcida, aluguel de ônibus e etc e etc. Se o time estiver bem todos faturam e o Clube que se lixe. Por esses motivos estou fora!!!!!!!!!!
Saudações Vascaínas.